
A Tauria é uma plataforma SaaS de colaboração criptografada para comunicação segura e trabalho remoto. Sua suíte integrada combina videoconferência, mensagens, agenda e compartilhamento de arquivos com criptografia de ponta a ponta e zero-knowledge, protegendo informações empresariais sensíveis. A Tauria atende equipes que buscam colaboração em nível corporativo sem comprometer a proteção de dados.

Consultor de Growth Marketing Sênior
Entre maio de 2020 e março de 2021, durante o auge da pandemia, a demanda por ferramentas de videoconferência explodiu. Empresas, profissionais de saúde e pessoas em geral foram forçados a migrar para o online — rapidamente.
Mas esse crescimento criou um novo desafio: o mercado ficou saturado, comoditizado e dominado por algumas plataformas muito conhecidas.
A Tauria, uma solução segura de videoconferência, tinha um produto forte, mas baixa visibilidade.
Apesar do aumento na demanda do mercado, as primeiras campanhas tiveram baixa performance. O problema central não era segmentação ou orçamento. Era a mensagem.

Os anúncios costumavam focar nas funcionalidades do sistema. Embora corretas, essas mensagens não geravam conexão. Por quê?
Porque elas:
Em um mercado cheio de ferramentas “seguras”, dizer que você é seguro não é diferenciação. O CTR continuava baixo e o engajamento era limitado.
Em julho, as campanhas foram totalmente pausadas. Isso não foi um ajuste tático. Foi uma redefinição estratégica.
A pergunta central passou a ser:
Por que alguém pararia de rolar a tela para ver isso?
Isso levou a uma percepção crítica: mensagens baseadas em funcionalidades não criam atenção — elas são ignoradas.
A nova mensagem foi ao ar em agosto nas campanhas do Twitter, hoje X.
Eu liderei:
Os principais elementos incluíam:
O objetivo não era explicar. Era interromper o scroll.
Uma nova direção foi definida:
De:
Mensagem pautada no produto
Para:
Posicionamento de alto contraste, focado nas dores do cliente
Em vez de explicar a plataforma Tauria, exatamente, as campanhas passaram a:
Isso não foi uma simples atualização criativa. Foi um reposicionamento estratégico do produto.
As campanhas pararam de vender funcionalidades — e começaram a expor riscos.
As novas campanhas foram construídas em torno de três pilares:
1. Posicionamento Competitivo Direto
Em vez de evitar os concorrentes, a mensagem passou a usá-los como referência:
Isso criou:

2. Mensagem Orientada por Risco
A narrativa mudou de benefícios → consequências.
Em vez de:
“Nós somos seguros”
O posicionamento passou a ser:
“A sua ferramenta atual talvez não seja.”
Isso introduziu:
3. Casos de Uso de Alto Risco
A segurança foi posicionada como algo crítico ao destacar cenários sensíveis, baseados em setores onde privacidade é obrigatória:
A Tauria deixou de ser posicionada como uma ferramenta cheia de funcionalidades. Ela passou a ser apresentada como uma camada necessária de proteção.

O impacto foi imediato nas campanhas paas:
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